Aos 65 anos, Mônica Coelho, moradora de São Vicente, recebeu o diagnóstico de câncer de colo do útero e segue em tratamento. Segundo a Prefeitura, ela também mantém acompanhamento médico na rede municipal.
A investigação começou após Mônica relatar um sangramento incomum durante atendimento na Estratégia de Saúde da Família (ESF) Bitaru. A prefeitura informa que a equipe orientou a realização de exames.
Depois da investigação inicial em São Vicente, Mônica foi encaminhada para atendimento especializado e realizou sessões de braquiterapia na Santa Casa de Santos. A história foi publicada pela prefeitura em 23 de outubro de 2026.

O relato aborda o percurso da paciente entre os serviços de saúde e a continuidade do acompanhamento após resultados inicialmente positivos. Mônica também defende que mulheres reservem tempo para cuidar da própria saúde e fazer exames preventivos.
Da investigação na ESF Bitaru à confirmação do diagnóstico
Na consulta na Estratégia de Saúde da Família (ESF) Bitaru, Mônica foi atendida pela enfermeira Camila Martins. Segundo o relato da moradora, a profissional explicou que o sangramento e os demais sintomas não eram normais e que precisavam ser investigados com rapidez.
Após os primeiros exames, Mônica foi encaminhada ao Centro de Apoio e Diagnóstico (CAD), onde fez uma ultrassonografia. Em seguida, uma consulta na unidade de referência confirmou o câncer de colo do útero.
Ao receber o diagnóstico, Mônica disse que decidiu não sofrer por antecipação e enfrentar o tratamento com tranquilidade. Ela também agradeceu à equipe da unidade do Bitaru, onde afirmou ter sido bem atendida.
Braquiterapia, acompanhamento e incentivo aos exames preventivos
Para tratar a doença, Mônica realizou sessões de braquiterapia, uma forma de radioterapia interna. Nesse procedimento, a fonte de radiação é posicionada dentro ou bem perto do tumor, conforme a explicação apresentada pela Prefeitura.
Depois das sessões, novos exames trouxeram resultados inicialmente positivos. Mônica relatou que a notícia renovou suas forças, embora ainda houvesse um caminho a percorrer no tratamento do câncer de colo do útero.
Em sua mensagem a outras mulheres, Mônica observou que muitas mães deixam as próprias necessidades em segundo plano enquanto cuidam da família. Ela aconselhou reservar tempo para si e fazer os exames preventivos, dizendo que “não existe o depois, existe o momento atual”.


