O Hospital do Vicentino realizou a quinta captação de órgãos de 2026 e coletou córneas, fígado e rins. A informação foi divulgada pela Prefeitura de São Vicente.
O procedimento ocorreu no domingo, 18 de outubro, e envolveu equipes da unidade hospitalar e da Organização de Procura de Órgãos da Escola Paulista de Medicina (OPO-EPM).
A doadora era uma mulher de 62 anos, internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital do Vicentino. A captação foi realizada após a confirmação de morte encefálica.

Os órgãos foram levados pela equipe da OPO-EPM a uma unidade de saúde do Estado, para beneficiar pacientes que aguardam transplantes. A notícia também aborda a atuação conjunta das equipes e o processo de autorização familiar.
Quinta captação do ano reúne córneas, fígado e rins
Segundo a Prefeitura de São Vicente, a equipe multidisciplinar do Hospital do Vicentino acompanhou o procedimento em parceria com a Organização de Procura de Órgãos da Escola Paulista de Medicina (OPO-EPM). A atuação reuniu profissionais da unidade hospitalar e da organização especializada.
A captação de órgãos foi conduzida conforme protocolos técnicos e éticos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, informou a Prefeitura. A notícia não detalha outras etapas operacionais além do acompanhamento das equipes.
O comunicado municipal apresenta a colaboração entre o hospital e a OPO-EPM como parte da condução do procedimento. A equipe da unidade acompanhou a ação, enquanto a organização participou do processo de procura e captação.
Confirmação da morte encefálica e autorização da família precederam o procedimento
De acordo com o protocolo do Conselho Federal de Medicina (CFM), a confirmação de morte encefálica exige avaliações e exames realizados por dois médicos diferentes, em momentos distintos. Esse procedimento foi descrito pela gerente de enfermagem do hospital, Fabiana Brasílio.
Durante a avaliação do quadro, a equipe do Hospital do Vicentino manteve os familiares informados sobre a gravidade clínica e a possibilidade de evolução para morte encefálica. A abordagem para solicitar a doação ocorreu somente depois da confirmação definitiva do diagnóstico.
Após essa confirmação, a OPO-EPM avaliou a viabilidade da doação e conversou com a família para obter a autorização formal para a captação. A explicação sobre esse fluxo foi atribuída pela Prefeitura a Fabiana Brasílio, gerente de enfermagem da unidade.


